Acción Política Molecular Feminista en 5 Escenas: Un Análisis Imagístico del Movimiento Chipko en la Década de 1970

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36592/opiniaofilosofica.2025.v16.1248

Palabras clave:

Acción Política, Imágenes Moleculares, Ecología, Epistemología Feminista, Chipko

Resumen

La acción política de las mujeres en condiciones de subordinación ha sido objeto de creciente debate en obras que abordan diversas epistemologías feministas. No por casualidad, las acciones políticas moleculares, como el movimiento Chipko —es decir, aquellas de pequeño impacto, cotidianas y singulares— cobran fuerza al descubrir un mundo donde otras formas de vida se asocian e interrelacionan con la naturaleza. Este redescubrimiento del mundo —una nueva asociación entre existencia y coexistencia— parte de las mujeres en su política cotidiana, generando propuestas cosmopolíticas, como sugiere Isabelle Stengers, donde la vida en su sencillez se conecta con el todo no a través de su grandeza o identificación universal, sino, sobre todo, a través de su singularidad. En estos pequeños contextos de gran impacto, es posible analizar cómo el concepto de alienación del mundo, propuesto por Hannah Arendt, se resignifica, promoviendo una aproximación entre las formas de vida en el planeta Tierra y las creaciones de los seres humanos como parte de este todo. Este artículo tiene como objetivo reflexionar y analizar el desarrollo del movimiento Chipko a lo largo de la década de 1970, a través de 5 fotografías que se conservan de ese contexto. Tomando como base teórica principal las ideas de cinco autores: las proposiciones cosmopolíticas de Isabelle Stengers y la visión del mundo de Hannah Arendt, las Tres Ecologías de Félix Guattari, la producción intelectual de la activista y científica Vandana Shiva —quien estuvo en Chipko— y las concepciones imagísticas de Georges Didi-Huberman, este estudio propone un estudio de caso a través de Chipko con el objetivo de considerar cómo acciones políticas singulares dentro del contexto más amplio del campo político pueden construir nuevas posibilidades de relación con el mundo, así como con sus prácticas políticas y su desarrollo.

Biografía del autor/a

  • Helen Rocha Rotta, Universidade Federal Fluminense (UFF)

    Atualmente desenvolve pesquisa de estágio pós-doutoral sobre teorias da visualidade, epistemologias feministas e história, com foco no desenvolvimento de visões de mundo, representação e memória no totalitarismo alemão - Universidade Federal Fluminense/FAPERJ. Atua como professora e pesquisadora vinculada ao Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC/UFF) e ao EUROPA - Núcleo de Estudos em História Moderna e Contemporânea. Coordenou o Laboratório de Estudos sobre História, Memória e Visualidades (LEHMV) e o Laboratório de Historiografia dos Autoritarismos Europeus, ambos vinculados ao NEC-UFF. Além disso, é pesquisadora permanente do EAF - Epistemologias, Narrativas e Políticas Afetivas Feministas - CNPq, Brasil, onde desenvolve suas pesquisas nas epistemologias feministas da subalternidade, com foco nas ações político-ecológicas das mulheres indianas. É Doutora em História Contemporânea pela PUCRS, no qual recebeu bolsa CAPES - Brasil. Teve sua tese premiada no Quinto Prêmio Sandra Jatahy Pesavento - ANPUH Brasil, considerada melhor tese de história cultural. É Mestre em História Contemporânea pela PUCRS, no qual recebeu bolsa CNPq - Brasil. Atua e pesquisa nas áreas de História Contemporânea e teoria, especialmente com os seguintes temas: História Cultural do Político, Epistemologias Feministas, subalternidades e ecologias, memória, imagem e representações do campo político, Totalitarismo, antissemitismo, autoritarismos.

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Publicado

2025-11-22

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

ROCHA ROTTA, Helen. Acción Política Molecular Feminista en 5 Escenas: Un Análisis Imagístico del Movimiento Chipko en la Década de 1970. Revista Opinião Filosófica, Porto Alegre, v. 16, p. 1–24, 2025. DOI: 10.36592/opiniaofilosofica.2025.v16.1248. Disponível em: https://www.opiniaofilosofica.org/index.php/opiniaofilosofica/article/view/1248.. Acesso em: 24 oct. 2026.