Filosofia moral e limites argumentativos: a literatura como meio transformador da consciência moral

Autores/as

  • Félix Flores Pinheiro Autor

DOI:

https://doi.org/10.36592/opiniaofilosofica.v8i2.816

Resumen

Recentemente, duas discussões em vêm ganhando destaque em filosofia moral. Por um lado, a visão de moralidade e de filosofia moral presente nas abordagens tradicionais desde a modernidade, como por exemplo as teorias da obrigação moral, tem sido posta em dúvida desde o diagnóstico de Anscombe (1958) de que a mesma não cumpre os seus propósitos. Por outro lado, com os desenvolvimentos dos estudos em filosofia da mente e em ciência cognitiva, parte da literatura da área tomou o conceito de “consciência moral” e as questões que estão relacionadas ao mesmo como tópico central. Neste artigo, tais abordagens são relacionadas através das considerações sobre os limites do âmbito argumentativo e da busca por meios não argumentativos de proceder em filosofia moral, oferecendo a literatura como um meio para tal.

Publicado

2018-01-24

Cómo citar

PINHEIRO, Félix Flores. Filosofia moral e limites argumentativos: a literatura como meio transformador da consciência moral. Revista Opinião Filosófica, Porto Alegre, v. 8, n. 2, p. 463–480, 2018. DOI: 10.36592/opiniaofilosofica.v8i2.816. Disponível em: https://www.opiniaofilosofica.org/index.php/opiniaofilosofica/article/view/816.. Acesso em: 24 oct. 2026.